O que sai da oficina
Sessões que apresentam o método
A sessão diagnóstica organiza rituais, papéis e caminhos de escalonamento. Começamos com um inventário dos atritos e um mapa da pauta. A proposta define quem traz os casos, que grau de customização é necessário e o que será revisado em cada etapa. Um módulo novo precisa responder a um atrito real do time; não entra só pra engordar a agenda.
Programas que consideram a sprint
Um programa contínuo precisa de módulos com nome consistente, variações de duração e informação suficiente pro time escolher. Avaliamos como agenda, facilitador e disponibilidade serão atualizados. A escolha do formato considera a autonomia do time e o custo recorrente em horas. Integração com ritual de RH exige avaliação própria.
Rituais para atritos delimitados
Um ritual interno pode começar com uma função: mediar decisão travada, feedback difícil ou desalinhamento entre squads. Documentamos quem aciona, quem conduz e quem aprova cada situação. Roteiro e critério de escalonamento são desenhados a partir desses caminhos, com atenção a exceção e caso limite. O primeiro ciclo deve ter escopo claro.
Ajuste, aplicação e orientação
Antes de rodar com o time todo, revisamos material, tempo, papéis e adaptação ao tamanho do grupo. Vocês participam da validação com cenários combinados. A entrega inclui roteiro de facilitação e informação de acompanhamento. Módulo novo, atualização de material e suporte contínuo podem virar um acordo à parte.
O que trazer para uma proposta
Descreva o objetivo, o time envolvido, o que já foi tentado e quem aprova o formato. Se houver processo de RH ligado ao caso, informe o nome do processo e a necessidade de conexão, sem detalhar o caso confidencial. Com esse resumo, identificamos o que precisa de análise e o que já pode ser definido.